Quem sou eu

Sérgio Bastos Zampier é itaperunense do distrito de Retiro do Muriaé. Engenheiro Agrimensor, formou-se em 1979 pela Universidade Federal de Viçosa - MG. Trabalhou na Secretaria de Agricultura do Estado do Amazonas, onde exerceu inúmeros cargos na área fundiária e cartográfica. Em 1985 voltou para Itaperuna, trabalhando na iniciativa privada, no ramo da agrimensura e topografia. Zampier foi vereador em Itaperuna por três mandatos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Brasileira aceita se prostituir pela primeira vez por R$ 1,5 milhão

Reprodução da Internet
A brasileira Catarina Migliorini, de 20 anos, concordou em se prostituir pela primeira vez em troca de uma quantia em dinheiro da ordem de R$ 1,5 milhão. A agente, no caso, é uma produtora australiana que ainda vai faturar com o documentário intitulado Virgins Wanted, que conta a história de dois jovens antes e depois da primeira vez, com um completo estranho. A mãe da moça, que prefere não ter o nome citado na reportagem, diz que foi chamada “até de cafetina”.

– Não apoio, mas estou com ela – desculpa-se

Segundo Migliorini, a intenção de se prostituir começou “há dois anos”, quando leu “uma reportagem sobre um cineasta australiano que estava à procura de uma virgem. Pensei: sou virgem, vou me inscrever. Foi por impulso que eu, menininha de 18 anos, resolvi me inscrever. Achei que não receberia resposta. Pouquinho tempo depois recebi um e-mail do produtor pedindo para conversar comigo, via Skype. Depois disso, ele pediu um teste de cena, e gravamos. E assim foi. Quando deu certo, fiquei feliz. Eu era de uma cidade pequena em Santa Catarina, e um cineasta australiano me escolheu! Pensei: vou seguir com isso e ver onde vai dar”.

A mãe de Catarina recebeu com surpresa a notícia do fim dos lances, nesta quarta-feira, quando bateram o martelo em US$ 780 mil, o equivalente a cerca de R$ 1,5 milhão. Ela está em Itapema, onde mora, e chegou a pensar que o ‘fim’ significasse que a filha tinha desistido do projeto. Por sugestão da garota e por opção, ela prefere não acompanhar o caso e a repercussão. A mãe também diz que não conhece as regras e que a partir de agora a filha ainda deve decidir o que vai acontecer.

– Já fiquei muito chateada com isso e o que ela vai fazer não sei te dizer direito. A decisão final é dela – disse a mãe a jornalistas.

Os motivos que levaram Catarina a participar do leilão, segundo a mãe dela, ainda são um mistério.

– Não foi por dinheiro. Ela nunca teve uma vida difícil, teve o que precisou. Ela disse que vai ajudar instituições de caridade e se ela disse isso, vai fazer isso – acredita.

A educação que ela recebeu na escola e o fato de estar perto de se tornar uma mulher, diz a mãe, “poderiam explicar esta decisão”.

– Ela entrou na 1ª série com 5 anos, enquanto as outras crianças tinham 7 e até 8 anos. Na adolescência, ela ainda brincava de bonecas quando as colegas já estavam namorando, porque eram mais velhas. Penso que isso pode ter atrapalhado o amadurecimento dela. A impressão que tenho é que ela vê isso como uma brincadeira, embora não seja mais criança. Fico refletindo se isso pode ter contribuído. Não faria mais isso, de deixá-la estudar tão cedo e com crianças maiores – explica.

O leilão pela virgindade da brasileira Catarina Migliorini terminou às 9h desta quarta-feira.. O lance mais alto foi dado por um japonês. Na manhã desta quarta, a poucas horas do fim do leilão, seis pessoas disputavam a virgindade da garota no site Virgins Wanted.

Correio Brasiliense

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