Andrea Matarazzo, secretário de Cultura do governo de São Paulo, anunciará no início da tarde de hoje que desistiu de concorrer às prévias do PSDB que indicarão o candidato a prefeito da capital.
Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente, anunciará a mesma decisão amanhã durante reunião com o governador Geraldo Alckmin e parte dos demais secretários.
Nesta segunda-feira, José Serra enviará carta à direção municipal do PSDB formalizando seu desejo de participar das prévias marcadas para o próximo domingo, dia 4.
- O importante é derrotar o PT. Serra reúne melhores condições para isso - antecipou, ontem, Andrea em conversa com um amigo.
Restarão mais dois aspirantes a candidato, inscritos para concorrer às prévias: José Aníbal, secretário de Minas e Energia do Estado, e Ricardo Trípoli, vice-líder do PSDB na Câmara dos Deputados.
Parte dos nomes de peso do partido que sustentam a pretensão de Trípoli deverá aderir à candidatura de Serra. Assessores de Alckmin apostam que Serra vencerá as prévias com larga vantagem.
Deverão votar entre seis mil a oito mil filiados ao partido.
Caberá à direção do partido realizar as prévias na data marcada ou adiá-las por uma ou duas semanas. Para Serra tanto faz, segundo comentou com Alckmin.
Esgotou-se o prazo para quem quisesse disputar as prévias. Mas o regulamento que as orienta prevê que a qualquer momento um nome inscrito poderá ceder lugar a outro.
Assim, Serra poderá substituir Andrea ou Bruno.
Se estiver certo, Serra tentará suceder o atual prefeito, Gilberto Kassab, contando com o apoio do PSDB, PSD, PP, DEM e PV.
Esse apoio, traduzido em tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, deverá garantir a Serra algo como pouco mais de oito minutos duas vezes ao dia durante 45 dias.
O PSB faz parte dos governos Alckmin e Kassab. Por ora, tende a apoiar Serra.
O PDT ganhará uma secretaria no governo Alckmin. Também tende a apoiar Serra.
Blog do Noblat
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