Quem sou eu

Sérgio Bastos Zampier é itaperunense do distrito de Retiro do Muriaé. Engenheiro Agrimensor, formou-se em 1979 pela Universidade Federal de Viçosa - MG. Trabalhou na Secretaria de Agricultura do Estado do Amazonas, onde exerceu inúmeros cargos na área fundiária e cartográfica. Em 1985 voltou para Itaperuna, trabalhando na iniciativa privada, no ramo da agrimensura e topografia. Zampier foi vereador em Itaperuna por três mandatos.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Lula já sente o 1º efeito colateral da quimioterapia

O primeiro dos três ciclos de quimioterapia já produz o primeiro efeito colateral no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a fadiga. Após os cinco dias de aplicação contínua dos medicamentos quimioterápicos contra o câncer na laringe, o ex-presidente ainda não conseguiu voltar a despachar no Instituto Lula, como pretendia.

Segundo seus médicos, Lula tolerou bem a primeira sessão de quimioterapia, conseguiu receber a dose completa do tratamento e não sentiu enjoos ou reações mais graves. "Ele teve efeitos mínimos. Só o cansaço, o que é normal. Ele não teve náuseas ou qualquer outro impedimento grave", contou o cirurgião oncológico Luiz Paulo Kowalski, da equipe que acompanha o ex-presidente.

Na avaliação dos médicos de Lula, a reação ao tratamento está dentro das expectativas. "A primeira semana após a quimioterapia tem seus efeitos colaterais. Isso é esperado", avaliou o oncologista Paulo Hoff. "Todos os pacientes ficam enfraquecidos nos dias subsequentes", concordou Kowalski. Em geral, os pacientes submetidos a esse tipo de tratamento sofrem de indisposição e perda de apetite. "Cinco dias de quimioterapia é pesado, leva uns dias para o paciente se recuperar fisicamente da fadiga produzida pelo tratamento", reforçou Kowalski.

De acordo com os médicos, a reação mínima de Lula ao tratamento é um bom sinal. "Isso é bom porque, quando o paciente consegue tolerar, ele consegue receber a dose completa, não atrasa o tratamento e isso faz muita diferença no resultado lá na frente", explicou o cirurgião. Lula será submetido a um total de três sessões de quimioterapia, com intervalo de 21 dias entre elas. A partir janeiro, o ex-presidente passará por sete semanas de radioterapia.

Os médicos afirmam que o ex-presidente está liberado, com moderação, para "todas as atividades em que se sinta bem para fazer", mas recomendaram que Lula se mantenha recolhido. "Este momento é para concentrar na recuperação", reforçou Hoff. A partir dos próximos dias, o ex-presidente deve perceber uma queda acentuada de cabelo, uma vez que os fios ficam mais enfraquecidos com o tratamento."Em algum momento ele vai aparecer careca, pode ter certeza absoluta. Mas não é agora. Agora, certamente, o pente dele tem mais fios de cabelo, como em qualquer paciente", afirmou Kowalski.

Diário do Grande ABC

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Dilma descarta possibilidade de Brasil contribuir para fundo europeu


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A presidente Dilma Rousseff descartou hoje a possibilidade de uma contribuição do governo brasileiro para o Fundo Europeu de Estabilização. Dilma reiterou que o Brasil está disposto a contribuir com recursos para o Fundo Monetário Internacional (FMI), na busca de evitar o agravamento da crise financeira internacional.

- Não tenho a menor intenção de fazer nenhuma contribuição direta para o Fundo de Estabilização Europeu. Faço a contribuição para o FMI porque dinheiro brasileiro de reserva é dinheiro que você protege, foi tirado com suor do nosso povo, então, não pode ser usado de qualquer jeito. Aportamos no FMI pelo fato de que o fundo nos dá garantias - disse em entrevista coletiva após o encerramento da reunião da Cúpula do G20, em Cannes, na França.

A presidente relatou ainda que a preocupações do encontro do G20 foram a estabilidade global e as conseqüências sociais da crise econômica. Segundo ela, as nações em desenvolvimento voltaram a pedir a mudança de governança do FMI.

Dilma reiterou também que o Brasil concorda com uma taxação global sobre operações financeiras cujos recursos seriam destinados a investimentos sociais. Segundo ela, esse é um ponto em que não há consenso entre os países que participaram das discussões no G20:

- Tem países onde o serviço financeiro é a fonte principal de recursos. Eles são contra.

Monitor Mercantil

sábado, 5 de novembro de 2011

STF marca para dia 9 julgamento da Ficha Limpa

Carolina Brígido, O Globo

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, marcou para a próxima quarta-feira o julgamento que definirá a validade da Lei da Ficha Limpa. A expectativa é que pelo menos seis dos dez ministros da Corte considerem a lei constitucional. Com isso, a norma poderia ser aplicada integralmente nas eleições municipais de 2012.

A medida deve enxugar o número de concorrentes nas urnas, já que ficarão proibidas candidaturas de condenados por colegiado (decisão de mais de um juiz) e de quem já renunciou a cargo público para escapar de processo de cassação.

A falta de definição da validade da lei tem causado incerteza no cenário político, já que muitos partidos aguardam o veredicto do Supremo antes de apostar em determinadas candidaturas.

Peluso cogitou, a princípio, só marcar o julgamento após a nomeação do 11º integrante do STF para evitar o risco de empate. A vaga está aberta desde agosto, com a aposentadoria de Ellen Gracie.

O ministro desistiu da espera diante da insegurança causada pela indefinição da lei e também pela falta de previsão da indicação por parte da presidente Dilma Rousseff.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Loco Abreu recebe homenagem do Botafogo por 50 gols pelo clube

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Artilheiro, capitão e referência no Botafogo. O atacante Loco Abreu vem se tornando a cada dia mais ídolo da torcida alvinegra. A diretoria homenageou com uma placa o uruguaio pela marca de 50 gols com a camisa do clube, atingida no último sábado, contra o Cruzeiro, na vitória por 1 a 0 no Engenhão.

Após o treino desta sexta-feira, Abreu foi agraciado na sala de imprensa do Engenhão. O Botafogo é o clube pelo qual Loco mais marcou na carreira. Ele ultrapassou a marca dos 46 gols marcados pelo Cruz Azul, do México. O volante Renato foi quem entregou a placa ao atacante, representando os companheiros de clube. O camisa 13 fez questão de dividir o mérito com os demais jogadores do elenco.

- Não sabia que viria o Renato aqui. Gostaria de agradecer a ele e a todos os companheiros, porque sem eles não conseguiria. Eu não sou Messi, que consegue fazer gols sozinho. Preciso dos companheiros - agradeceu.

Dos 50 gols com a camisa do Botafogo, ele elegeu o gol de "cavadinha" contra o Flamengo na final do Campeonato Carioca de 2010 como o mais importante pelo clube.

- Sem dúvida ficou marcado aquele gol na final. Fiz outros, mas este foi importantíssimo. Vamos continuar buscando marcar outros especiais para o clube.

Lancepress

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Jefferson passa tranquilidade ao time alvinegro

Reprodução da Internet

À medida em que o Campeonato Brasileiro se aproxima do fim, os jogos ganham em emoção e adrenalina. Com os nervos à flor da pele, o Botafogo conta com a segurança de um importante jogador para conseguir o título: o goleiro Jefferson.

A exemplo do que já fez na final do Campeonato Carioca de 2010, o qual marcou sua carreira, Jefferson sabe que pode ser decisivo novamente.

"Goleiro tem que passar tranquilidade para os jogadores. Nos últimos jogos, haverá tensão e ansiedade. Temos que estar seguros para ajudar o Botafogo a ser campeão brasileiro. Tem jogos que a bola não chega nenhuma vez, tem jogos que só chega uma, então você precisa estar preparado e corresponder", comenta o goleiro do Botafogo e da Seleção Brasileira.

Confiante no trabalho desenvolvido, Jefferson lembra a importância do Stadium Rio, palco do próximo jogo, contra o Figueirense, sábado.

"Adquirimos um estilo de jogo, uma filosofia de ataque e defesa bem equilibrados. Atacamos com segurança, sem ficar vulneráveis. Nosso aproveitamento tem nos ajudado a estar nessa posição. Pegamos a responsabilidade de ser a nossa casa. Temos a obrigação no sentido de fazer um grande jogo e partir para cima mesmo, sem medo, com o apoio da torcida. A confiança é determinante e vai ser muito importante na reta final", destaca Jefferson, que não crê em jogo fácil com o Figueirense.

"Hoje não existe mais isso de nome, todos os times estão bem equilibrados. Sabemos que vai ser um jogo duro e bem disputado. O Botafogo é forte em casa e o adversário vem se destacando pelo coletivo, não tem estrelas. Temos que nos concentrar nas nossas forças e na qualidade dos nossos jogadores, temos condições e de buscar a vitória contra qualquer equipe que vier aqui", garante o camisa 1 alvinegro.

Site do Botafogo (Danilo Santos)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jogo de xadrez

Miriam Leitão, O Globo

Que a crise na zona do euro dominará a agenda da cúpula de líderes do G-20 ninguém duvida. Todos os demais assuntos da pauta, embora relevantes, ficarão em segundo plano diante da urgência do primeiro tema.

Falta muita amarração no pacote anunciado semana passada pelos líderes europeus e, por isso mesmo, aumentaram as expectativas em relação ao encontro de líderes esta semana em Cannes.

Não se sabe exatamente como será a participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e dos emergentes no esforço para recuperar o bloco europeu. E essa definição, mesmo que não seja apresentada em detalhes, pode sair da cúpula do G-20, já que todas as peças desse jogo de xadrez estarão presentes no encontro.

A expressão “jogo de xadrez” foi usada pelo economista Paulo Nogueira Batista Jr., que representa o Brasil no FMI, em artigo onde alerta para as “cascas de banana” e “risco de facadas nas costas” que envolvem essa negociação.

Batista Jr. diz que esta é uma oportunidade que o G-20 não deveria desperdiçar, pois “será um fiasco se os líderes se reunirem para aprovar trivialidades, reiterar boas intenções e repetir generalidades, saindo de Cannes sem oferecer uma resposta à crise”.

O economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e atual sócio da Consultoria Tendências, considera que uma sinalização importante que o G-20 daria aos mercados nesse momento seria reforçar o papel do FMI, com mudança na governança para uma maior participação dos emergentes:

— O mercado vai olhar com lupa o comunicado do G-20. Qualquer sinal de avanço vai ser bem recebido.

Os representantes do governo brasileiro na cúpula trabalham para que isso aconteça. Mas os países europeus demonstram pouco entusiasmo em reforçar a posição dos emergentes no Fundo, embora neste momento estejam com o pires na mão em busca de recursos da China, do Brasil e de outros catalogados nessa categoria. Assim, fechar a equação não será simples.

Já em relação a outros pontos da agenda, como algum tipo de regulação no fluxo de capitais, por exemplo, Loyola não espera avanços.

— Não vejo possibilidade de sair nada concreto na área de regulação de fluxo de capitais. Os países não irão assumir esse ônus neste momento de crise, reduzindo as possibilidades de se defenderem — afirma.

Charge de Chico Caruso

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Blog do Ricardo Noblat