Quem sou eu

Sérgio Bastos Zampier é itaperunense do distrito de Retiro do Muriaé. Engenheiro Agrimensor, formou-se em 1979 pela Universidade Federal de Viçosa - MG. Trabalhou na Secretaria de Agricultura do Estado do Amazonas, onde exerceu inúmeros cargos na área fundiária e cartográfica. Em 1985 voltou para Itaperuna, trabalhando na iniciativa privada, no ramo da agrimensura e topografia. Zampier foi vereador em Itaperuna por três mandatos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pesquisa não define eleição

Aí vão umas poucas linhas de quem já esteve à frente de dezenas de campanhas políticas municipais, estaduais e presidenciais no Brasil, e até fora daqui, sobre as análises apressadas dos resultados das últimas pesquisas sobre a sucessão nos municípios.

É sempre assim: faltando mais de um ano para a peleja, saem os primeiros relatórios dos grandes Institutos. Os resultados, é claro, refletem posições de certo privilégio dos nomes mais conhecidos. O eleitor, com pouco interesse pelo assunto, mas diante da abordagem firme — às vezes insistente — do entrevistador faz um download forçado, desatualizado, da sua memória e descarrega suas preferências momentâneas.

Levam a melhor os nomes mais conhecidos. O "trade" (partidos, políticos, jornalistas) apressadamente destila e contabiliza aqueles números, praticamente antecipando resultados eleitorais que na sua maioria estão longe de ser confirmados.

Quem é do ramo sabe. Além de ser popular, o candidato majoritário, salvo exceções cada vez mais raras, tem, antes de mais nada, de conseguir compor uma estratégia política inteligente e uma firme coleção de apoios político-partidários. As regras do nosso jogo indicam isso com clareza indiscutível.

Os partidos podem não ser tão importantes para trazer os primeiros votos, mas são a parte mais visível do frondoso jabuticabal que faz das nossas eleições únicas no mundo com essas características. São as coligações as donas do apito e do campo. Elas formam o capital inicial necessário para o candidato ter acesso à mídia — tempo assegurado pela legislação — e agregam um exército de candidatos proporcionais que fortalecerá as bases do candidato majoritário.

As coligações também são fundamentais para obtenção do chamado "saneamento básico”, ou seja, recursos, dinheiro, para que o projeto tenha competitividade. Posso assegurar que um candidato, hoje, com impressionante popularidade morre de inanição na calçada se não conseguir fazer esse deverzinho de casa básico: ser apoiado por partidos e políticos que lhe garantam músculos para um enfrentamento vigoroso.

Mas gostaria de descer um pouco na análise da atitude de voto, tão longe do dia "D", tão distante da discussão mais travada que acontecerá nos dias que antecedem a eleição. Costumo dizer que o eleitor, tal como o consumidor, quer o que conhece e o que não conhece também. O desejo de voto neste momento é, por assim dizer, volátil, um site "em construção", se quisermos ser mais digitais.

Aí entra o Marketing, erros e acertos da estratégia, que vão mudando a intenção de voto. Há ainda expressivos percentuais de novos eleitores, que chegaram aos 16 anos, tiraram seus títulos e estão aptos para o primeiro voto. Estes noviços ainda estão mais sujeitos à influência da maré. Estudos qualitativos são, neste momento, mais indicados.

Mesmo assim, faço reservas. Pesquisas não podem ser interpretadas linearmente. Nem tudo é "batatinha, quando nasce, se esparrama pelo chão". Não podemos esquecer o contexto, a conjuntura, “the big Picture”, como dizem os americanos.

Engana-se quem acha que pesquisas definem as eleições. Senão nada mudaria. Nem precisava de eleição: bastava publicar resultados de pesquisas e estava tudo resolvido. Muitos cientistas políticos afirmam ser a eleição municipal a mais desgarrada dos grandes projetos políticos federais e estaduais. Seria como escolher um síndico para seu prédio. Nem tanto nem tão pouco.

Penso, as "Municipais" são as que mais possibilitam o surgimento de novos nomes. A renovação política é fertilmente irrigada pela chegada de novos, às vezes "inéditos" prefeitos. Mas raramente eles chegarão sem o suporte dos grandes partidos.

É cedo para se acolher como vencedores os primeiros nomes que surgem dos relatórios dos grandes Institutos. Não é hora da canjica. Canjica é em junho, depois do carnaval, do verão. Em junho fecham-se prazos, definem-se coligações, e a parte mais emocionante do embate inicia-se, com a mídia explícita, legítima, oficial. Melhores ou piores, são essas as nossas regras. Certamente ajudando a consolidar nosso país como uma das democracias mais notáveis do planeta.

Fernando Barros é presidente da Propeg Brasil, agência de propaganda e de marketing político.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cobrança de Royalties de Minerodutos

Reprodução da Internet

O vereador Zampier levantou outra questão durante a reunião da Câmara de Vereadores de Itaperuna nesta segunda-feira (17/10). Ele disse que o município de deveria cobrar royalties das empresas que exploram o mineroduto que passa pela cidade.

“Quero deixar um alerta à Procuradoria. Nós temos dois minerodutos cortando o município, que somados devem ter aproximadamente 100 km. Temos que partir para dentro para arrecadarmos esses tributos para o município. Já passou da hora da procuradoria realizar um estudo jurídico a fim de realizar essa cobrança”, disse.

Segundo o vereador, em outros municípios que também são cortados por Minerodutos, existem a cobrança de royalties referente aos empreendimentos. A Ferrous e Anglo American são as empresas responsáveis pelos minerodutos que cortam o município itaperunense. Um segue para o Espírito Santo e outro segue para o Porto do Açu, em São João da Barra.

FERROUS

O mineroduto da empresa Ferrous terá aproximadamente 400 quilômetros e ligará a Mina Viga, em Congonhas (MG), ao Terminal Portuário de Presidente Kennedy, no litoral Sul do Espírito Santo. O empreendimento passará por 22 municípios – sendo 17 deles em Minas Gerais, três no Rio de Janeiro (Itaperuna, Natividade e Bom Jesus do Itabapoana) e dois no Espírito Santo – e terá a capacidade para transportar 25 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, a partir de 2013.

O mineroduto é considerado atualmente o meio de transporte mais seguro para o minério, tendo em vista o baixo impacto durante a fase de operação e o rigoroso controle operacional, realizado 24 horas por dia.

ANGLO AMERICAN

Além do mineroduto, o Sistema Minas-Rio da Anglo American é composto por mina e unidade de beneficiamento nos municípios mineiros de Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas e 49% de participação do terminal de minério de ferro do Porto do Açu, em parceria com a LLX. A Anglo American investe US$ 3,8 bilhões na implantação deste projeto.

Segundo a empresa, quando estiver em operação, prevista para o segundo semestre de 2012, o Sistema Minas-Rio criará 1300 empregos diretos e 3500 indiretos. A capacidade de produção será de 26,5 milhões de toneladas de finos de minério (pellet feed) destinadas ao mercado externo.

A empresa divulga que serão 26,5 milhões de m³ de polpa de minério serão escoados por ano, a uma velocidade média de 7 Km por hora. 45 mil tubos serão utilizados na construção do mineroduto, que passará por 32 municípios, sendo 25 mineiros e 7 fluminenses.

Ururau

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Município deveria cobrar royalties de minerodutos

Foto: divulgação

O vereador Sérgio Bastos Zampier, durante a reunião da Câmara Municipal de Itaperuna, na noite de 17 de outubro, disse que o município de Itaperuna deveria cobrar royalties das empresas que exploram o mineroduto.

“Quero deixar um alerta à Procuradoria. Nós temos dois minerodutos cortando o município, que somados devem ter aproximadamente 100 km. Temos que partir para dentro para arrecadarmos esses tributos para o município. Já passou da hora de eles [Procuradoria] realizarem um estudo jurídico a fim de realizar essa cobrança. Eles gostam muito é de cobrar taxa de lixo e perder tempo com súmula vinculante”, diz.

Ainda segundo Zampier, em outros municípios existem a cobrança de royalties referente ao mineroduto. A Ferrous e Anglo American são as empresas responsáveis pelo mineroduto que cortam o município itaperunense.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Zampier quer distritos e subpostos marcando fichas

Zampier (E), quer distritos e subpostos marcando fichas para consulta médica

Na última reunião da Câmara Municipal de Itaperuna (17/10), o vereador Sérgio Bastos Zampier disse que os distritos e subpostos deveriam ter plenas condições de marcar fichas para consultas médicas.

“Estamos na era da internet. O município tem que disponibilizar um computador e um sistema para marcação de ficha nessas localidades. Os moradores dos distritos não podem mais ser sacrificados com o atual sistema. Acabou o tempo do carro de boi. Acho que o município é um dos mais atrasados em relação à tecnologia”, diz.

Ao final, o vereador ratificou seu posicionamento dizendo que a implantação de um sistema online é a alternativa para solucionar o problema de marcação das fichas. 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Jefferson de volta, após grande atuação pela Seleção


Reprodução da Internet
O atraso no voo vindo do México para o Brasil tirou de Jefferson a possibilidade de atuar na vitória por 2 a 0 do Botafogo sobre o Corinthians. Mesmo sem conseguir sequer ver a partida, o goleiro comemorou muito o resultado, que levou o Glorioso aos 49 pontos e à 3ª colocação no Campeonato Brasileiro. 

"A vitória foi muito boa para nos dar confiança, estamos mais vivos do que nunca na luta pelo título brasileiro. Vencemos um jogo de seis pontos. Mas temos que ter na cabeça que todos os jogos são fundamentais e pensar que teremos 10 finais pela frente", diz Jefferson, que voltou aos treinos no Botafogo na tarde desta quinta-feira.

Contente pela atuação do amigo Renan, o camisa 1 alvinegro tem como motivação também a grande partida que fez pela Seleção Brasileira. Na vitória por 2 a 1 sobre o México, ele pegou até pênalti. 

"Estou buscando fazer um bom trabalho, já tinha participado dos jogos contra a Argentina e, agora, esse contra o México, com a Seleção Brasileira completa. Estou feliz de começar a minha história, mas o objetivo maior é a Copa do Mundo de 2014", lembra o goleiro, que sempre representou bem o clube.

"Sempre vejo muitos botafoguenses e bandeiras do Botafogo nos jogos. Tenho que agradecer aos alvinegros e aos brasileiros em geral. Em todo lugar, recebemos apoio e força", conta.

Site do Botafogo (Danilo Santos)

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Teixeirão, não foi...

Ao centro, o disputado Teixeirão, ao lado de Sérgio Zampier (D)

O empresário Odacir Teixeira, mais conhecido como Teixeirão, não se filiou em nenhum partido político, portanto, não vai concorrer a nenhum cargo eletivo nas próximas eleições.

Muito disputado pelos partidos, Teixeirão preferiu se dedicar às suas atividades empresariais e continuar assim, colaborando com o desenvolvimento municipal, como sempre fez.

Vale ressaltar que o passe de Teixeirão foi mais disputado do que o passe do jovem atacante do Santos, Neymar.


Sérgio Bastos Zampier